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Sintomas da gripe canina são semelhantes aos da gripe humana (25/11/2019)

Em épocas de frio e a consequente queda nas temperaturas muito se fala sobre a proliferação de doenças respiratórias, especialmente a gripe. Isso acontece também nas alltas temperaturas, principalmente pelas oscilação de clima quente e frio, utilização de ar condicionado...

Mas o que os animais têm a ver com isso? Bem, tudo! Você sabia que os cães também podem desenvolver este tipo de doença? É a Tosse dos Canis, também conhecida como Gripe Canina. Trata-se de uma síndrome respiratória complexa transmitida por vírus ou bactérias que pode afetar animais de todas as raças e idades. 

Quando temos um tempo mais frio e seco, o que dificulta a dispersão das partículas transmissoras da doença, a transmissão da Tosse dos Canis é facilitada. Somado a isso, está a queda da resistência imunológica dos cães, que tendem a ficar com as vias aéreas mais ressecadas e, portanto, desprotegidas. 

Por ser altamente contagiosa, a doença exige alguns cuidados dos tutores, que devem redobrar a atenção com os sintomas dos animais. Tosse seca, secreção, falta de apetite e febre são alguns dos sinais de alerta. Em casos mais graves, os cães podem também apresentar coriza e secreção nos olhos. Ao notar qualquer um desses sintomas, um veterinário deve ser consultado.

O diagnóstico pode ser feito por exames laboratoriais, que vão desde hemogramas de rotina até provas bioquímicas, ou mediante avaliação clínica do médico veterinário. Segundo o médico-veterinário Andrei Nascimento, a doença pode ser transmitida aos animais sadios tanto pelo contato com um pet doente, como pelo ar e compartilhamento de vasilhas e brinquedos contaminados.

Por isso, a vacinação é a medida mais efetiva de prevenção. “A aplicação da vacina deve ser feita anualmente. A medida protege não somente contra o desenvolvimento da doença grave, como também reduz a eliminação dos agentes transmissores no ambiente – o que é essencial para quem tem mais de um pet”, afirma.  

Para os animais que ainda não foram vacinados, vale ressaltar que, hoje, já existe uma alternativa que garante proteção mais rápida e indolor. “A vacina de administração intranasal além de indolor, já que são aplicadas por meio da narina do animal, oferece proteção em apenas 72 horas após a aplicação” explica o especialista, que ainda ressalta que a sua aplicação pode ser feita em filhotes a partir de três semanas de vida. 

Quando não tratada, a doença pode causar complicações, como pneumonias e, em casos muito raros, a Tosse dos Canis pode levar o animal a óbito. Além da vacina anual, alguns outros cuidados podem ser adotados para manter o seu cachorro longe dessa doença.

“Evitar passeios com o cão em horários mais frios; caso o cachorro fique na área externa da casa, providenciar um abrigo que o proteja do vento, principalmente durante a noite; evitar choques térmicos (especialmente em dias quentes!), como exposição do animal a temperaturas baixas após um banho quente ou intercalar temperaturas altas e baixas (como de ar condicionado) frequentemente, por exemplo, conclui.

Fonte: caesegatos.com.br
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