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Seu animal rastreado (14/02/2013)

A identificação de animais pode ser feita de diversas maneiras, que variam dependendo de cada espécie. Assim, bovinos podem ser identificados por brincos; suínos, ovinos e caprinos por tatuagem e os cães apresentam várias opções tais como coleiras com plaqueta, tatuagens e mais recentemente e tecnológico, por implante de microchip.

O microchip, tal como o nome sugere, é um pequeno chip que é colocado na epiderme do animal, contendo um código único e inalterável, inserido numa cápsula de biovidro cirúrgico e revestido de substâncias de propriedades antimigratórias, possibilitando a implantação em animais.

Como o aparato é um identificador de animais, ele se faz extremamente importante na hora de localizar um pet perdido de seu dono. Cada microchip a ser implantado é formado por uma agulha de injeção estéril e descartável.

Já o aplicador tem a forma e o mecanismo de uma seringa de injeção, tratando-se do melhor método de aplicação em animais, sem nem mesmo a necessidade de anestesia geral, tamanha a praticidade e rapidez do método.

O leitor, semelhante a uma calculadora, faz a verificação do código contido no microchip por um dispositivo de varredura. Seu mecanismo é a emissão de sinal de rádio de baixa frequência que mostra o código contido no microchip, exibindo-o no visor do equipamento.

Na grande maioria dos estados brasileiros, apenas clínicas veterinárias e estabelecimentos que comercializam animais possuem esses leitores, o que facilita a possibilidade de identificação de animais perdidos. Segura e cada vez mais comum, a implantação do microchip, em animais de estimação, já é lei e obrigatoriedade em todo o estado de Santa Catarina, sendo instalado em eventos da Prefeitura de Curitiba, por exemplo.

O microchip não possui bateria e fica inativo a maior parte do tempo, sendo energizado apenas quando recebe um sinal enviado pela leitora. Após a aplicação, permanece com o animal por toda sua vida. Como o microchip não contém bateria, não há nada para se desgastar. Sua durabilidade é o tempo em que o biovidro demora em se decompor, ou seja, mais de 100 anos.

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