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Felinos também têm de ter educação (05/09/2012)

Gatos também precisam de algumas aulas de comportamento. No entanto, a primeira lição é para o dono. Sem precipitações, o ideal, quando o felino chega à casa nova, é seu dono deixá-lo que se habitue ao local, a si próprio e ao restante da família, bem como a outros animais que ali vivem.

O gato precisa de tempo. Porém, basicamente não se deve educar um gato, pois é contra sua natureza. Mas há certas regras básicas que lhes deve transmitir: os gatos, assim como os cães, apenas aprendem experimentando – e é nesse momento em que a lição tem lugar.

Se ele faz algo bem, deve ser acariciado ou bonificado. Se o dono tiver à mão, por exemplo, uma guloseima, ainda melhor. Já se o bichano faz algo errado, aí sim ele tem de ser castigado; mas no mesmo instante. Não vale a pena fazê-lo depois, pois, se a punição for realizada mais tarde, ele vai associar a bronca a uma coisa diferente, não conseguindo estabelecer a relação causa-efeito pretendida. Também não é aconselhado em momento algum bater no bicho, já que agressão física, além de não resolver e não educar, irá traumatizar o felino. Em uma situação como essas, o gato também não pode perceber que é o dono quem o castiga, mas sim tem de entender que o que fez de mau tem consequências de que não gosta. Por exemplo: se ele arranhar o sofá, faça um barulho alto; o assuste com o barulho – pois eles odeiam ser surpreendidos. Bata palmas ou até pulverize água nele; use uma lata com moedas. Esses são dos melhores métodos de castigo aos felinos, inclusive porque são ações que o felino não associa ao dono, mas a algo estranho ou “desconhecido”. – Ainda, se o pet entender que está sendo castigado pelo dono, não só o vai evitar no futuro, como é provável que repita a ação negativa.

Outro método, caso não tenha nada adequado para assustá-lo, é empurrar-lhe a cabeça com gentileza, ao mesmo tempo em que diz “não” de forma firme. Com essa reação, o gato começará a perceber que o que fez (ou costuma fazer) é errado. Também, se o gato não comer plantas, não demarcar seu território com xixi ou não arranhar os móveis, poderá circular sem restrições por todos os ambientes. Sua liberdade será maior que a do gato menos educado, já que não haverá necessidade de “confiná-lo” para evitar danos a casa.

Contudo, é indicado treiná-lo desde pequeno, não esquecendo de que, quando são filhotes, têm comportamentos aos quais se costuma achar “bonitinho”, mas que mais tarde podem deixar de ser.

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