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A importância do cão-guia para a socialização (01/05/2015)

Hoje em dia, grande parte das pessoas é apaixonada por cães e reconhece o quanto sua companhia é sinônimo de felicidade. Enquanto alguns brincam e se divertem grande parte do dia, outros realizam um trabalho muito exigente por parte de suas vidas: ser cão-guia para deficientes físicos.

Esses cães oferecem um serviço muito importante aos cegos, auxiliando-os no momento de um passeio seguro pelas ruas e estabelecimentos, trajetos para o trabalho ou locais de diversão. Em grande parte dos países, a presença dos cães-guias é aceita em ambientes públicos, devido seu intenso treinamento.

O adestramento ensina uma série de ordens que o cão deve obedecer, como se manter em uma rota, ignorar distrações como cheiros, pessoas e até outros animail. Reconhecer e evitar obstáculos como passagens estreitas. Ajudar o acompanhante a utilizar transporte público, parar no pé e no topo de escadas, identificar o movimento do trânsito, localizar banheiros, levar o acompanhante até os botões do elevador e diversos outros comandos.

O treinamento do cão-guia é bastante minucioso e começa quando eles ainda são pequenos. Assim que o filhote nasce, passa por um processo de seleção genética e começa o treinamento básico de socialização, que pode ser conduzida por uma família hospedeira ou por um treinador. Feito isso, o animal começa a receber o adestramento específico, que pode durar aproximadamente sete meses.

No último mês, o treinamento é realizado para transformar a dupla composta pelo cão e seu usuário em um time que funcionará na mais perfeita sintonia. O tempo total do treinamento pode variar de 16 a 21 meses de duração. Todo esse treinamento é realizado com cães que apresentem algumas qualidades pré-estabelecidas para poder trabalhar como guia, como inteligência, atenção, boa memória e saúde. E não podem apresentar características como temperamento nervoso, tendências agressivas, comportamento assustadiço e algumas outras reações.

Para que o cão-guia possa executar seu trabalho da melhor forma, é necessário um pouco de colaboração das pessoas que estão em sua volta. Nesse caso, é importante não conversar, não alimentar ou distrair o bichinho, também é relevante não dar comandos ao animal. É o momento em que o cão proporciona independência, liberdade, mobilidade e companheirismo ao seu usuário e não pode ser tratado como um bicho de estimação.

Se todos colaborarem com o deficiente visual e seu cão-guia, a inserção deles na sociedade pode se tornar mais fácil, possibilitando um convívio mais agradável para todos.

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